REVISTA N° 002

1 – NA TRILHA DOS PROCESSOS DE FORMAÇÃO E PRÁTICA DO PROFESSOR

TIMBO, Raimunda Cid

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Na atualidade o tema formação do professor como seus saberes e práticas tem sido foco de análise por vários estudos e pesquisas. O presente artigo teve como objetivo analisar a partir da literatura sobre esse campo de possibilidades que a resolução de Nº 2, de primeiro de julho de 2015 define as Diretrizes Curriculares Nacionais para a formação inicial em nível superior (cursos de licenciatura, cursos de formação pedagógica para graduados e cursos de segunda licenciatura) e para a formação continuada. O estudo foi bibliográfico e documental com base na própria resolução do Ministério da Educação, Conselho Nacional de Educação e Conselho Pleno. Brasil (2015), Imbernón (2010), Veiga; Viana (2010), Tardif (2007) e outros. Concluiu-se que a resolução instiga as instituições de ensino superior a repensarem os seus currículos de formação inicial e continuada como também, a efetivação em sala de aula com práticas que ampliem as oportunidades de construção de conhecimento. Em relação a literatura o estudo aponta a formação inicial e continuada do professor que deve ser humanizada, contextualizada, que atenda a diversidade e deve favorecer, sobretudo, o desenvolvimento da autoestima docente, individual e coletiva. Enfim, o professor como ser humano deve assumir um compromisso com sua formação e sua prática.

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2 – A CONSTITUIÇÃO E A GESTÃO DEMOCRÁTICA NA ESCOLA BRASILEIRA

FREITAS De, José Cristiano Lima

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O presente artigo de natureza bibliográfica, aborda a gestão democrática na educação brasileira. Analisa o poder, a educação e a gestão escolar desde o Brasil colonial até a Constituição de 1988. Discute como o sistema de governo influenciou a formação e posturas adotadas pelo diretor escolar ao longo da história do Brasil. Aborda o destaque que a gestão democrática recebeu a partir da Constituição Federal de 1988 e da Lei de Diretrizes e Base da Educação Nacional de 1996. E busca compreender porque a gestão democrática ainda não é uma realidade plenamente estabelecida na escola apesar da legislação que a incentiva.

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3 – BENEFÍCIOS DA AFETIVIDADE NO CONTEXTO INTERATIVO DA SALA DE AULA

COSTA , Maria Stela Oliveira
TIMBÓ , Raimunda Cid
SOUZA De, Maria Angélica Pires

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Abordar sobre afetividade é querer entender a existência da vida das pessoas que, por precisarem viver socialmente, se organizam nas relações do sujeito com os outros sujeitos, na contextura de inter-relações. Devido à relevância do assunto, o presente artigo apresentou o tema “benefícios da afetividade no contexto interativo da sala de aula” e teve como objetivo geral apresentar os benefícios da afetividade no contexto interativo da sala de aula e como objetivos específicos identificar os benefícios da afetividade e as estratégias aplicadas em sala de aula, analisar a postura do professor em relação aos sentimentos afetivos e, conhecer a atitude (ação) do professor em relação à afetividade. Os questionamentos da pesquisa foram: Quais os benefícios da afetividade em sua prática docente? Como o professor procura introduzir afetividade no cotidiano de sua experiência profissional? Realizamos uma pesquisa bibliográfica com contribuições de autores como Pádua (2010) Freire (1980), Piaget (1980), Wallon (1982) e outros. Realizamos também uma pesquisa de campo com 39 pedagogos que lecionam em cinco escolas municipais de Fortaleza-Ceará, através da entrega de um questionário com questões subjetivas. Detectamos como resultados que na prática educativa é importante que o docente tenha a preocupação com a afetividade para proporcionar ao educando o crescimento de uma consciência crítica não dissociada da afetividade. O docente deve usar estratégias que facilitem a aprendizagem e desenvolva a afetividade, uma das peças chave que influenciam nesse seguimento.

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4 – CULTURA POPULAR: DEFINIÇÃO E SURGIMENTO COMO CAMPO DE ESTUDO A PESQUISA – UMA DISCUSSÃO ATUAL.

RABELO, Cleison Luis
INTERAMINENSE , Geisa Maciel

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Abordar sobre Cultura Popular dimensionar, que é cultura, existe devido à interação entre os povos. Definindo que cultura é a forma própria e específica da existência humana no mundo, onde a manutenção da sociedade decorreria, tendo a relações entre os homens e entre os homens e a natureza. Essas relações registradas nas normas, regras, imagens, mitos, ritos e discursos. Todos esses elementos são socialmente construídos e relacionados à própria existência da sociedade. Enfatizando nos Parâmetros Curriculares Nacionais onde há o ensino e a aprendizagem de conteúdos que colaboram para a formação do cidadão, nas quais, a cultura popular deve estar implícita, seja na valorização das expressões dos indivíduos, seja na preservação e na divulgação de manifestações de povos de diferentes culturais.

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5 – O PROFESSOR ALFABETIZADOR NO BRASIL FRENTE ÀS NOVAS IDEIAS EDUCACIONAIS

SOUZA De, Maria Angélica Pires
SOUZA De, Raphael Pires
SOUZA De, Nathale Pires

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O presente artigo tem como objetivo discutir sobre novas ideias educacionais e o professor alfabetizador. Compreendemos que a alfabetização é um período de muitos desafios para o aluno bem como para o professor, neste sentido as convicções de um ideário educacional que conduza a uma prática mais consistente decorrente da apropriação das teorias são necessárias para dar condições aos docentes de promover um ensino mais eficaz e uma aprendizagem mais significativa. Na alfabetização a condução do processo de aquisição da leitura e da escrita deve ser vinculada a uma teoria. No Brasil as políticas públicas voltadas para esse fim, foram introduzidas na década de 1990 com a opção da prática construtivista como modelo gerador no processo de aquisição da escrita. O estudo tece reflexões sobre esse tema a partir de leituras de Ferreiro; Theberoski (1999), Francioli (2010), Saviani (2005), Vigotski (2001), Piaget (2007) entre outros. Após análise de como foram disponibilizadas as ideias pedagógicas para os professores alfabetizadores nos últimos vinte anos, concluímos que a mudança implantada de ensino centrado na aprendizagem da criança com ênfase a psicogênese da língua escrita não foi o suficiente para redução do analfabetismo no Brasil que ainda se perpetua com índices elevados.

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6 – A MÚSICA COMO INSTRUMENTO DE APRENDIZAGEM

SILVA Da, Maria Liztaylon
LIMA, Maria VANDIA GUEDES

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Este artigo tem por objetivo geral mostrar música como instrumento da aprendizagem. Os objetivos específicos: conceituar a música; destacar a relação da música na vida das pessoas e sua influência. A metodologia utilizada se detém na pesquisa bibliográfica baseada em alguns autores KÁTSH & FISMAN (2003), FARIA (2004) e VAGGIONE (2001) e uma pesquisa de campo através de um instrumento de coleta de dados- um relatório de observação e tem como sujeito da pesquisa alunos da Educação Infantil II,III,IV,V de uma escola municipal de Caucaia. No decorrer do artigo conceituaremos a música destacando a influência na vida das pessoas principalmente na vida das crianças. Abordaremos a utilização da música como instrumento de aprendizagem e as atividades descritas na escola municipal de Caucaia onde os educadores oferecem aos educandos a oportunidade de interagir com a música e também será abordada a inclusão da música no currículo escolar a partir de 2011 mediante a sanção da Lei presidencial. Conclui-se que a música contribui para uma socialização facilitando assim, a apreensão do conhecimento, possibilita a criança uma maior compreensão dos conteúdos de uma maneira rápida e inovadora, despertando o interesse e possíveis aptidões, além de oferecer aos educadores nova ferramenta metodológica que pode atingir objetivos de maneira criativa e alegre,pois a música equilibra a mente e o corpo.

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7 – LINGUAGEM MUSEOLÓGICA NO ENSINO DE HISTÓRIA: DA MUSEOLOGIA DOMINANTE ÀS NOVAS TENDÊNCIAS

SILVA Da, Antonia Vieira

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A linguagem museológica no ensino de história é importante no processo do conhecimento histórico do passado e, vem se resignificando, na maneira de abordagem de conteúdos e experiências a serem desenvolvidas em sala de aula. O presente artigo pretende apresentar o museu como uma possibilidade metodológica e um novo olhar, o qual contribui para o enriquecimento das discussões das novas linguagens no ensino de história na atualidade. A inovação no campo da história vem se opor ao caráter narrativo da história tradicional. Onde as novas linguagens do ensino de história nos remetem a várias indagações. O que é história? Ou da história construída em salas de aulas a partir da interpretação dos alunos diante de um objeto? Hoje há novas tendências museológicas, e estas têm a preocupação com a separação de uma compreensão do museu como espaço dinamizado, utilizando-se do acervo como meio de leitura crítica do passado histórico. Dessa forma abre novas perspectivas multidisciplinares, buscando o passado resignificado nos objetos que lá existem para construção do conhecimento. Portanto, não se vai partir do nada. Pelo contrário, há muitas experiências escritas arquivadas. Cabe ao professor ser mais que um contador de histórias, desenvolver nos educandos a plena autonomia de pesquisadores observadores de objetos através de uma leitura de mundo, de tempo e na relação com outros tempos e outros espaços.

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8 – SARAMPO

AGUIAR De, Annelise Bezerra
FARIAS De, Antonia Larissa Martins
ARAUJO De, Demylson Sudário
MOURA De, Maria Gildellyana Maia
PEREIRA, Nadiny Veras

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O sarampo é uma doença infecciosa, aguda, causada por um vírus transmissível e altamente contagioso. É responsável por grande parte da morbimortalidade em crianças menores de cinco anos nos países subdesenvolvidos. A vacina contra sarampo é a tríplice viral e a dupla viral. Segundo o Ministério da Saúde (MS), para combater eficazmente o sarampo, deve ser alcançada a meta de cobertura vacinal de 95%. Objetivou-se aumentar a área de cobertura vacinal a partir da identificação do público de difícil acesso, identificar os não vacinados e seus respectivos motivos, propor ações para alcançar este público e promover ações de conscientização para a importância da imunização. Estudo epidemiológico realizado na disciplina de Estágio Supervisionado do curso de Graduação em Enfermagem, no período de 16 à 30 de março. Alcançar a cobertura vacinal de 95% preconizado pelo Ministério da Saúde. Os dados coletados servem de subsídios para que o planejamento de intervenção aumente a cobertura vacinal da população da unidade básica de saúde, interrompendo assim a cadeia de transmissão de sarampo.

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